A briga judicial em torno da mansão de Ana Hickmann e Alexandre Correa, em Itu, voltou a esquentar na última quarta-feira, dia 25 de fevereiro, com uma reviravolta que travou, por enquanto, a venda do imóvel. Avaliada em cerca de R$ 35 milhões, a casa teve o leilão suspenso após uma decisão liminar da Justiça de São Paulo, tomada depois de embargos apresentados pela defesa da apresentadora.
Com a liminar, o leilão fica temporariamente parado. Isso significa que a venda não avança até que a Justiça analise o mérito do recurso, ou seja, o conteúdo da contestação da defesa de Ana Hickmann que levou à suspensão. A suspensão foi confirmada pela empresa responsável, a Biasi Leilões, em informação repassada ao Metrópoles.
Já o Estadão afirmou ter procurado a leiloeira e também as defesas de Ana Hickmann e Alexandre Correa para comentar o novo capítulo, mas ainda aguardava retorno.
Do outro lado do processo, a credora Danielle Murayama Fujisaki tenta reverter a decisão. Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, ela entrou com um Agravo de Instrumento para derrubar a suspensão e retomar o leilão.
No recurso, Danielle afirma que a interrupção do leilão não teria sido bem justificada. Ela diz que a Justiça teria considerado "plausíveis" as alegações apresentadas por Ana Hickmann sem exigir uma comprovação mais concreta das contestações.
Segundo Danielle, a mansão seria uma copropriedade de Ana e Alexandre, mas apenas o empresário teria colocado a parte dele como garantia da dívida. Desta forma, o leilão não traria um dano irreversível para a apresentadora, já que, na visão da credora, a execução recairia sobre a parcela vinculada ao devedor.
Outro argumento apresentado pela credora envolve o Banco Daycoval, citado como titular da alienação do imóvel e que, segundo ela, já teria se manifestado no processo e não teria se colocado contra o leilão. Ainda no recurso, Danielle aponta que, por se tratar de um imóvel de alto padrão, adiar o leilão pode trazer desvalorização com o tempo, o que, segundo ela, a prejudicaria o seu valor.
A tentativa de levar a mansão a leilão vem de uma ação movida por Danielle Murayama Fujisaki contra a empresa Hickmann Serviços Ltda., ligada ao ex-casal, que desde a separação se envolveu em diversas polêmicas. O objetivo seria receber uma dívida que, de acordo com a credora, ultrapassa R$ 900 mil.
Localizada em um condomínio de alto padrão em Itu, no interior de São Paulo, a mansão tem 1.600 m² de área construída e valor estimado de R$ 35 milhões e muito luxo em suas instalações. O imóvel tem piscina de grandes dimensões, área gourmet integrada ao jardim e salas amplas com bastante iluminação natural.
A parte íntima também segue a proposta de luxo, com suítes espaçosas. Além disso, a casa conta com escritório e espaço fitness, bem como sistemas de segurança e estrutura sofisticada completam os atrativos que colocam a propriedade entre as mais valorizadas da região.
Veja os detalhes:
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